A
Carreira
O economista deve saber aliar uma forte formação teórica
com a capacidade de análise e investigação. É um
profissional de quem se exige alta dose de raciocínio abstrato para
a elaboração de planos financeiros administrativos e econômicos.
Sua atuação é diversificada: industria, bancos, corretoras
e comércio internacional, sendo possível trabalhar como profissional
liberal.
Também é possível desenvolver carreira acadêmica
em ensino e pesquisa. A concorrência é grande, envolvendo profissionais
de outras áreas, como engenheiros e administradores. Esse fato obriga
o economista a ter, além da formação na área de
humanas, um sólido conhecimento de matemática e estatística.
Isso é essencial para que ele se torne capaz de lidar com questões
como os fluxos financeiros de capital e as operações no mercado
mundial. Para tanto, é imprescindível que o profissional esteja
apto para operar os modernos recursos da informática e Internet.
Indústrias
em geral, órgãos públicos, empresas de planejamento,
assessoria, consultoria e projetos, instituições financeiras,
bolsas de valores, órgãos e classe e ério,
desde que possua a devida complementação pedagógica.
O
mercado
As principais áreas de atuação do profissional formado
em Ciências Ecomomicas são:
1 - Elaboração da Viabilidade Econômica de Projetos
2 - Economia de Empresas
3 - Orientação Financeira
4 - Mercado Financeiro
5 - Consultoria e Assessoria
6 - Assessoria de Projetos Agroindustriais / Agrobusiness
7 - Desenvolvimento de Projetos de Infra-estrutura
8 - Orientação em Comércio Exterior
9 - Elaboração de Estudos Mercadológicos
10 - Orçamentos
11 - Professor
12 - Perícia
13 - Arbitragem
14 - Setor Público
15 - Análise de Conjuntura Econômica e Pesquisas
16 - Entidades
17 - Consultoria em Fusão, Aquisição e Incorporação
de Empresas
18 - Recálculo de Contratos
19 - Diversas Assessorias Econômicas
20 - Estudo e Orientação de Viabilidade Econômica de Novas
Empresas
21 - Desenvolvimento e Planejamento Econômico
22 - Criação de Projetos para Obtenção de Financiamentos
1
- Elaboração da Viabilidade Econômica de Projetos
O Economista verifica se a elaboração de um determinado projeto é ou
não viável. Ele deverá assinar como responsável
técnico por todo projeto de investimento. Desta forma, o economista é responsável
pelo estudo de mercado e comercialização, estudos de custos e
receitas, de tamanho ou escala do projeto. Também faz parte da função
dele avaliar as fontes financeiras, a análise da localização
do projeto, a estruturação do fluxo de caixa e da capacidade
de pagamento, além da apuração dos índices econômico-financeiros,
dentre eles, margem de lucro, rentabilidade sob investimentos e receita. Os
projetos podem ser: final (é mais amplo); e viabilidade (é uma
espécie de pré-projeto) ou ainda para financiamento.
2
- Economia de Empresas
Nas empresas, o economista pode desenvolver estudos e análises em duas áreas:
macroeconomia (aspectos gerais da economia que afetam a empresa) e microeconomia
(questões específicas da empresa). No que diz respeito ao que
acontece dentro da empresa e com o setor específico da economia ao qual
ela pertence, o economista está apto a desenvolver trabalhos relacionados
ao planejamento estratégico, departamento financeiro, estudo de mercados,
conjuntura econômica e ambiente de negócios, custos e orçamentos
empresariais. Ele ainda analisa o desenvolvimento sócio-econômico
e gestão empresarial.
3
- Orientação Financeira
Está entre as funções do economista neste setor averiguar
os investimentos mais rentáveis bem como os tipos de aplicações
que podem ser feitos. A ele compete observar as perspectivas de mercado, tanto
de produtos quanto de serviços. O profissional de Economia trabalha
também neste campo com investimentos fiscais e financeiros por investimentos
e com análise de negócios financeiros. Ele contribui na elaboração
de orçamentos, receitas e despesas, na projeção de resultados,
sejam presentes ou futuros.
Cabe ao economista ainda atuar na orientação sobre fontes de
financiamentos e na avaliação das taxas de retornos das organizações,
tanto do ponto de vista econômico quanto social. Este serviço
pode ser prestado diretamente e também via empresas, cooperativas ou
entidades.
4
- Mercado Financeiro
O Economista atua em bancos, corretoras, seguros, distribuidores
e no mercado financeiro das empresas. Nos bancos, ele acompanha
a conjuntura econômica,
realiza estudos de mercado para identificar novos clientes e avalia a concorrência,
o planejamento e a programação empresarial frente aos planos
econômicos. No setor financeiro, ele elabora e acompanha fluxos de caixa,
orçamentos de investimentos e de despesas correntes, propõe e
analisa projetos e ainda mantém contato com órgãos públicos
para informá-los sobre questões relativas à empresa. O
Economista está apto a trabalhar com mercado de títulos e valores
imobiliários, que abrange corretoras e distribuidoras, agentes autônomos
de investimento, corretores e autônomos de empresas de participação.
Já no leasing ele trabalha em atividades financeiras típicas,
para definir a vida útil dos bens e o perfil para a realização
dos financiamentos.
5
- Consultoria e Assessoria
O Economista presta assessoria e consultoria em questões como gestão
e análise econômicas, planejamento estratégico, estudos
e pesquisas de mercado, projetos e organização. O profissional
de Economia trabalha ainda com estudos e análises de macro e microeconomias,
economia externas e interna, preços/custos, tarifas e mercados financeiros,
dentre outros. A vontade das pessoas de terem seu próprio negócio
e as vantagens da terceirização para as empresas e órgãos
provocaram o aumento na prestação de serviços de consultoria
e assessoria. Neste setor, as atividades dos economistas podem ser classificadas
como esporádicas, diárias e mensais.
6
- Assessoria de Projetos Agroindustriais/Agrobusiness
Análises de competitividade, oportunidades, agroindustriais, definição
de custos e preços, mercados de manufaturados (indústria), produção
agrícola, preços nacionais e internacionais, concorrência,
nichos de mercado, desempenho de bolsas de mercadorias, situação
de colheitas, demandas por commodities no Brasil e no resto do mundo são
algumas das atividades da assessoria dos economistas nestes setores. O economista
está atento a questões como o desempenho do agrobusiness, das
bolsas de mercadorias, situação das colheitas e demanda por commodities
no Brasil e no resto do mundo. Este profissional tem sido muito procurado para
acompanhar a conjuntura do País e desenvolver estudos e projetos setoriais
para agroindústrias e agrobusiness
7
- Desenvolvimento de Projetos de Infra-estrutura
O trabalho nesta área consiste na elaboração de estudos,
implantação de produtos, pré-diagnóstico de gestão
empresarial e avaliação da relação entre cliente
e empresa. Ele avalia os projetos nas áreas de transportes, energia,
armazenagem, concessões, telecomunicações e também
trabalhos no setor social, como hospitais, escolas, saneamento, habitação
e lazer. Ou seja, implantar, expandir, melhorar e modernizar a infra-estrutura
econômica e social de uma determinada área geográfica competem
a este profissional.
Na maioria das vezes, estes projetos estão vinculados a planos e programas
de desenvolvimento econômico. São atividades deste profissional
fazer contatos e formular estratégias para investidores e com operadores
tecnológicos, analisar os concorrentes e suas estratégias, fazer
os orçamentos das atividades pré-licitatórias, preparar
os documentos para a proposta, bem como sugerir modelos de participação
de cada investidor
8
- Orientação em Comércio Exterior
Com uma visão da globalização pela qual passa hoje a economia
mundial, o economista está apto a atender os pré-requisitos para
o exercício desta atividade. O profissional nesta área trabalha
tanto para o governo quanto para empresas privadas, como exportadoras, bancos,
indústrias, dentre outras. Entre as funções dele estão
diagnosticar as economias de outros países, traçar gráficos
comparativos com a situação brasileira, identificar áreas
para investimentos e comércio, descobrir oportunidades de investimentos
que passam desapercebidas, dar consultoria às empresas estrangeiras
sobre o processo de privatização brasileiro, avaliar condições
para o estabelecimento de joint ventures no exterior e outros. O economista é,
nesta área, um pesquisador de mercado. Alguns dos pré-requisitos
que este profissional tem são formação cultural sólida,
com ênfase em História Contemporânea e Geografia, domínio
da língua inglesa, conhecimentos de recursos de informática,
visão ampla de mercado para aferir cotações de preços,
custos, câmbios, além de ter de ficar atento ao mercado de ações
das principais bolsas mundiais. Ele ainda desenvolve uma percepção
aguçada para entender o lado econômico que se esconde nas sombras
das decisões políticas.
9
- Elaboração de Estudos Mercadológicos
Ao Economista compete elaborar estudos de mercado e de comercialização.
No primeiro caso, ele vai dimensionar a oferta e procura dos bens e serviços
em determinada área geográfica, identificando os potenciais consumidores
e a existência ou não de demanda para estes bens e serviços
em questão. Já no segundo caso, o economista vai analisar e propor
as formas e condições mais rentáveis para que o bem ou
serviço analisado chegue até o consumidor final pelo menor preço
possível.
10
- Orçamentos
Ainda são poucos os profissionais que escolhem este ramo da economia.
Um dos motivos é a falsa idéia, difundida muitas vezes por quem
atua na área, de que este é um trabalho extremamente complexo. É importante
que quem opte por fazer orçamentos se empenhe em popularizar esta atividade
que, na verdade, é simples. Em nível de governo, o trabalho do
economista consiste em elaborar, executar e fazer o acompanhamento físico
e financeiro do orçamento. Ele acompanha ainda a elaboração
do Plano Plurianual de Investimentos (OPI), a Lei Orçamentária
(LO), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e o Plano Anual
de Trabalho (PAT). O orçamento empresarial também faz parte do
setor de atuação do economista. O profissional detalha os gastos/custos
a serem feitos com serviços e produtos, bem como especifica os investimentos
a serem aplicados ao longo de um determinado período. Este trabalho
do economista possibilita a definição de valor/preço,
o que contribui para o bom resultado econômico-financeiro da empresa.
11
- Professor
Os economistas estão aptos a lecionar disciplinas na área
econômico-financeira,
relativas à sua grade curricular do curso de graduação
ou de pós-graduação. O campo de trabalho está representado
pelas instituições de ensino superior existentes e aquelas que
venham a ser criadas em função da demanda de mercado. Este é um
setor que está crescendo por causa da implantação de novas
faculdades. Pré-requisitos : curso superior de Bacharel em Ciências
Econômicas, registro no CORECON e cursos de especialização
e aperfeiçoamento. Afinidade com a especialidade escolhida para lecionar,
desenvolvimento do poder de expressão verbal e escrita, clareza e objetividade.
12
- Perícia
O economista está gabaritado a fazer perícia, ou seja, constatar
minuciosamente a natureza técnico-científica dos fatos e operar
as prováveis causas que deram origem às questões de natureza
econômica ou financeira. Nesta área, o economista desenvolve atividades
de cálculo em processos judiciais, tanto através de nomeação
pela autoridade judiciária quanto requisitado pelas partes como assistente
técnico.Os profissionais de economia têm tido uma maior atuação
junto a Justiça Trabalhista, mas em qualquer âmbito do Poder Judiciário
o seu trabalho é solicitado para embasar ações que requeiram
cálculos de atualização econômico-financeiros
13
- Arbitragem
No arbitramento, o profissional de Economia indica a solução
técnica que possibilita resolver controvérsias de natureza econômica
ou conflitos de quaisquer ordem que envolvam bens patrimoniais disponíveis.
Com a arbitragem, que é um mecanismo alternativo à Justiça,
o economista pode solucionar impasses a um custo reduzido e de forma bem menos
burocrática do que o sistema judiciário estatal.
14
- Setor Público
A necessidade do setor público de atuar sempre com uma visão
macroeconômica concentra grande parte dos economistas nesta área.
Isto, tanto em nível federal quanto estadual e municipal. Assim, no
setor público o trabalho do economista exige grande responsabilidade,
pois cada análise econômica provoca também impactos político
e social no País. Cinco áreas merecem destaque: são elas
: planejamento, orçamento, financiamento, análise da conjuntura
econômica e assessoria geral. Os economistas atuam na formulação
de diretrizes, análise das consequências de cada decisão
político-econômica e no planejamento para desenvolver projetos
futuros para sua concretização. Esfera federal: A maior parte
dos economistas está nos ministérios da Fazenda e do Planejamento,
no Banco Central e nas áreas de economia dos ministérios setoriais,
das autarquias e empresas públicas mistas. Para conquistar a vaga, o
profissional precisa estar bem informado sobre tudo que acontece na economia
do País. O trabalho é sugerir medidas, apurar resultados e avaliar índices.
Esfera estadual e municipal: o economista desenvolve trabalhos, principalmente,
nas secretarias de Planejamento, Finanças/Fazenda, nos bancos estatais
e nas secretarias e órgãos setoriais. Nas demais áreas,
ele avalia a conveniência de financiamentos e identifica as melhores
oportunidades de investimentos.
15
- Análise de Conjuntura Econômica e Pesquisas
Este é outro campo de atuação que é desenvolvido
por economista. Isto porque aborda os grandes agregados econômicos que
explicam o funcionamento da economia, seus cenários e suas tendências.
Dentre estes, a renda nacional. os produtos internos bruto e líquido,
os agentes econômicos, as demandas e ofertas globais, os investimentos
e a formação da poupança nacional. Os trabalhos podem
ser desenvolvidos das seguintes formas: análise de infomações
demográficas e sócio-econômicas, estudos setoriais globais
e planejamentos urbano e regional. É fundamental ainda saber definir
metodologias e orientar na aplicação das mesmas. Estudos sobre
competitividade setorial, potenciais de mercado, finanças públicas,
políticas monetária e social também estão presentes
no trabalho deste profissional.
16
- Entidades
Neste setor o economista pode atuar em sindicatos, associações,
federações, confederações, conselhos e outras entidades,
tanto de empregados como de empregadores. Nesse caso, a atividade do profissional
de Economia vai ajudar na orientação política da instituição,
o que faz com que esta atividade seja bastante significativo nas entidades
de classe. Como a maioria dos sindicatos ainda é carente de banco de
dados, biblioteca e centros de documentação, este é um
campo de trabalho em potencial. Âmbito macroeconômico: O economista
tem a função de dimensionar e interpretar a atividade do setor
no qual trabalha dentro do contexto produtivo. A intenção é fornecer às
lideranças estudos voltados para a valorização das empresas
associadas a essas atividades dentro do cenário econômico do País.
Ele também elabora documentos a serem encaminhados à classe política
e subsidia pronunciamentos da diretoria da entidade em seminários ou
na imprensa. Âmbito microeconômico : Aqui o economista orienta
empresas sobre os reflexos de medidas econômicas nos negócios.
Entre suas atividades estão a sugestão de formas mais adequadas
de gerenciamento e a implantação de programas de controle de
qualidade dos produtos.
17
- Consultoria em Fusão, Aquisição e Incorporação
de Empresas
Nestes três aspectos, o economista pode avaliar economicamente
os empreendimentos, compreendendo a análise dos ativos e passivos, da
rentabilidade, das perspectivas de lucros futuro. Outro ponto a ser analisado
pelo profissional
que trabalha com consultoria em aquisição, fusão e incorporação é o
fluxo de caixa da organização, proporcionando com isto, uma capacidade
de avaliação das empresas envolvidas. O mercado de trabalho é bem
promissor, mas é restrito aos economistas com esta especialidade.
18
- Recálculo de Contratos
A necessidade de se contratar um profissional com esta
especialidade aumentou, principalmente, nos últimos quatro anos, com a
implantação
do Plano Real. Os altos juros praticados na economia e o sistema bancário
criaram diversos tipos de taxas, seja nos contratos de financiamento ou de
empréstimos. Ë aí que entra o economista desta área,
com a função de analisar os contratos, que passaram a ter mais
erros e cálculos equivocados. Cabe a este profissional recalcular os
contratos, seja para pessoas físicas ou jurídicas. Com conhecimento
já adquirido em matemática financeira, o economista deve realizar
auditagem de contas, conferir dados e estar apto para interpretar vários
tipos de contratos, como habitacional, comercial, empréstimos industriais
e rurais, bancários, leasing. Outra função que ele têm é revê contratos
antigos,que foram firmados em outra conjuntura econômica.
19
- Diversas Assessorias Econômicas
Trabalhando com assessorias econômicas diversas, o economista analisa
e propõe medidas econômico-financeiras redirecionadas. Seja nas
empresas, órgãos públicos ou outras entidades, o profissional
de Economia contribui para o aumento da participação no mercado
e para a melhora da rentabilidade. Entre as funções do economista
neste setor estão a análise de curto prazo sobre questões
como o comportamento da taxas de câmbio e de juros, quais os melhores
investimentos no mercado financeiro, o custo do hot money e outros. Além
de todas estas ações, o trabalho neste campo também inclui
a elaboração de boletins de conjuntura, com textos que interpretam
os fatos econômicos.
20
- Estudo e Orientação de Viabilidade Econômica
de Novas Empresas
Neste trabalho, o economista faz o planejamento e reestruturação
organizacional, desenvolvimento de projetos de financiamentos, pareceres técnicos-judiciais,
estudos de viabilidade econômico-financeira de projetos em geral. A metodologia
de trabalho deve ser, em todos os campos de atuação, vivencial
e participativa.Esta metodologia privilegia a criação de situações
empresariais corriqueiras de forma que as pessoas possam experimentar as mais
variadas ações sem, contudo, arriscar o futuro. Outras funções
do profissional que trabalha nesta área são : avaliação
econômico-financeira e assessoria em processos de aquisição,
alienação e fusão de empresas; privatização;
reestruturação de passivos, identificando as estruturas financeiras
e buscando as fontes de recursos; definição de políticas
de treinamento. O trabalho do economista neste campo compreende também
o acompanhamento mensal e constante às empresas-clientes, através
de relatórios de desempenho, onde se analisam as áreas de vendas,
de produção, a origem e aplicações de recursos
do mês e no exercício, além da política de estoques,
auditoria financeira mensal, dentre outras avaliações. É através
destas análises que a empresa-cliente é assessorada e pode, então,
planejar e fazer todos os ajustes necessários.
21
- Desenvolvimento e Planejamento Econômico
O economista estabelece objetivos e metas de crescimento econômico para
provocar o desenvolvimento sócio-econômico. Este é um processo
de longo prazo, mas que vai gerar mudanças estruturais nos campos econômico,
social e político e até cultural. O profissional, além
de dar enfoque econômico, preocupa-se com os aspectos qualitativos, contribuindo
para a melhoria do padrão de vida da população. No setor
privado, o economista estabelece metas a serem alcançadas pela empresa
e, desta forma, medidas para implementar tais objetivos. Ou seja, ele elabora
o planejamento estratégico empresarial, através de estudos relacionados
com a microeconomia. O trabalho exige ainda que se conheça os ambientes
internos e externos da empresa ou entidade. Entre as áreas de atuação
estão políticas tributária, agrária e agrícola,
desenvolvimento rural e comércio exterior fiscal
22
- Criação de Projetos para Obtenção
de Financiamentos
A função do economista neste setor consiste em
elaborar trabalhos econômico-financeiros visando obter recursos de médio
e longo prazos junto a entidades financeiras nacionais ou internacionais. Assim,
a
entidade pública ou privada pode implementar um novo empreendimento,
seja para produzir bens ou ofertar serviços. Os projetos também
podem ser de ampliação, modernização, relocalização
ou criação de novas linhas de produção em empreendimentos
já existentes. Neste caso, o economista trabalha com um roteiro já elaborado
pelo órgão financiador. No entanto, ele continua responsável
pelos estudos econômico-financeiros, sendo que estes são elaborados
conforme roteiros fornecidos pela entidade financiadora
Parabéns
pela escolha, vamos estudar e vencer juntos, nosso país merece nossa dedicação !
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